terça-feira, 10 de abril de 2018

(Espaço Aberto Arujá) (Gastronomia) May Ki Pastel Bão Pastelaria



No dia 5 de abril de 2018, eu estava meio bravo: não tinha conseguido grande progresso no meu desenho, minha mãe brigou comigo pois esqueci fatias de salame no mercado e eu só tinha dez reais em minha carteira para usar livremente. 
Foi então que eu fui dar aula no Curso Fênix. E isso em Arujá.
Já comi muitos lanches por lá. Mas uma coisa que eu noto é que nunca nenhum deles se comparou aos Marconis e Neis de Santa Isabel. Isabelense deve ter talento para culinária, só pode.
Eis que passo pela Praça do Coreto, e em seguida, vejo o logo da May Ki Pastel Bão. Uma lanchonete que vendia pasteis e pizzas. Era uma chance que não poderia perder.
Entrei no lugar e vi seu menu. Lá tinha uma pizza quadrada ao qual o cheiro me interessou. No cardápio, constava uma napolitana. Foi essa que pedi.
A moça, muito gentilmente me falou que existia dois tipos de napolitana: uma mais simples (seria a que eu comeria) e outra mais "completa". Bom de garfo, eu pedi que mudasse para a segunda.
Quando chegou, a pizza inebriou meus sentidos do olfato e visão. Só faltava o paladar. E foi isso que ocorreu. Era muito bom a mistura de azeitona, cheddar e todo tipo de delícia alimentar que colocaram naquela pizza. As beiradas eram mais difíceis, mas nada que impedisse meu apetite. Sem contar que já comi massas mais duras em rodoviárias, o que demonstra quanto acertei em entrar naquele lugar.
No final, May Ki Pastel Bão Pastelaria foi uma grata surpresa. Antes de dar aula, eu pude me deliciar com uma bela massa em Arujpa. Confiram!
Como dito antes, o May Ki Pastel Bão fica na Praça do Coreto, na Rua Prudente Moraes, 202 em Arujá.

sábado, 7 de abril de 2018

Quando a história nos é negada

A história da cidade quase sempre esta ligada com instituições. Sejam de saúde, políticas, religiosas, sociais ou de segurança. Isso também serve para algumas que são educacionais. Quando comecei as pesquisas para o blog uma das minhas primeiras ideias seria contatar as escolas. Contudo, nem sempre foi fácil. Ainda assim, meus planos deram certo... Até agora.
Ao entrar em contato com a escola Gabriela Freire Lobo, depois de umas três tentativas, consegui falar com coordenadora. O que descobri com ela? Bem, eles não possuem nem a história de sua homenageada! Como uma instituição de ensino não tem nada falando sobre a pessoa que dá nome ao lugar? Isso é horrível! Segundo ela, desde uns 10 anos, até agora, eles não tem papéis sobre o assunto. Ao que parece ninguém correu atrás disso ali.
Nota-se assim que não se possuí apreço pela história da cidade. Uma instituição de ensino deve ser a primeira a incentivar alunos a saber sobre sua fundação. Nem sempre isso acontece. Ao menos tentar é necessário.

sexta-feira, 6 de abril de 2018

PDUI: Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado da Região Metropolitana de São Paulo

Outra amostra de que Santa Isabel é uma Região Metropolitana de São Paulo é estar envolvida com o PDUI (Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado).
Ele é definido como um instrumento de planejamento definido pela Lei Federal n 13.089/2015, conhecida como Estatuto da Metrópole. As áreas urbanas e regiões metropolitanas terão que fazer seus PDUIs funcionaram em um prazo de três anos. Os Planos Diretores Municipais deverão adequar-se às novas diretrizes tão logo estas sejam aprovadas.
Seus objetivos são auxiliar no desenvolvimento urbano através da relação constante entre Estado e municípios. Suas ações devem melhorar as condições da população.
Com isso sabemos que nossa cidade faz parte da Região Metropolitana de São Paulo. Sendo que área paulistana urbana foi reorganizada em 2011 (Lei Complementar Estadual n 1.139). Ela é integrada por 39 municípios, divididos em cinco sub-regiões. Essa área (RMSP no caso) tem aproximadamente, 21 milhões de habitantes (47,54% da população paulista) e produz 55,82% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual.
Lembrando que Santa Isabel fica na sub-região leste. Sendo que dividimos elas em norte, leste, sudeste, sudoeste, oeste e a cidade de São Paulo, que integra todas elas.
Veja mais no site www.pdui.sp.gov.br.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

Informações sobre localização de estúdios artísticos em Santa Isabel


·        Estúdio de Artes & Dança Aurélio Ribeiro e Samanta Campos
·        Rua Prefeito João Pires Filho, Nº 153, Centro de Santa Isabel.
·        Aurélio Ribeiro


·        Estúdio de com aulas de dança do ventre com Ayla Samah
·        Avenida Guilherme Alfiere, Nº 83,
·        Jandirana Ruth Mentoni.


·        Studio de Dança Bruna Brasileiro
·        Avenida República, Nº 625, Centro de Santa Isabel
·        Katty Ohana Brasileiro de Araujo

·        Atelyer Yacamin
·        Rua Diogo Batista Nunes, Nº 125, Centro de Santa Isabel
·        Francisco C. Machado

·        Estúdio Von Haus Oboe
·        Rua Santa Cruz, Nº 15 - 2º andar - sala 4, Centro de Santa Isabel
·        Edson Machado

·        Curso de Desenho e Pintura Miriam Cristina
·        Rua Cônego Bicudo, Nº  260 (na parte de dentro e em cima da Galeria) - sala 47, Centro de Santa Isabel
·        Miriam Cristina Pereira

quarta-feira, 4 de abril de 2018

Valorização dos profissionais

Quando eu era criança e adolescente sempre ficava triste pois muitas vezes as pessoas me achavam estranho. Éramos jovens, então natural que alguns de nós sempre olhássemos para outros como um “bicho esquisito”. Contudo, isso mudava em um momento: quando algo que eu faço estava em foco. Ou seja, no meu caso o desenho. 
Era um fenômeno. A galera nem ficava falando tanto comigo (eu era como agora, vivia falando de anime e mangá), só que o professor falava “hoje tem trabalho com desenho”... O pessoal se virava para mim! Naquela época nem ligava muito, só agora notei que eu era interessante, só quando era útil.
Isso é errado. Ok. Éramos crianças. Só que esse comportamento continua por muito tempo. A prova está nos adultos que simplesmente aparecem dizendo “faz um desenho para mim”. E quando falo para eles o preço de meu trabalho não dizem nada. Mas na cabeça eu imagino o que pensam. Caro demais para algo tão simples.
Contudo, eu sempre falo que se não gostou, a pessoa acha algo melhor. Tenho dezenas de amigos artistas ao qual essa pessoa pode optar. Francisco Machado, Bertho Horn, Miriam Cristina, Tolito Eduardo, Cidão, Baroni... Entre tantos outros. Só que essas pessoas que não querem mais meus desenhos nunca sabem o quanto me esforcei com essa fina arte que é o desenho.
Fiz quatro cursos. Com Sandro Camargo, Bertho Horn e Cidão em Santa Isabel. E um em São Paulo com Cláudio Imamura. Atualmente, faço curso de desenho com Miriam Crsitina. De novo. Uma das únicas rendas que tenho é relativa aos meus desenhos. Já que meus livros não vendem tanto.
Sem contar o gasto com material. Para fazer a pele de uma pessoa clara, por exemplo, necessita de uma cor de rosa específico. O mesmo para pessoas morenas. E se aquele lápis fica curto, o que fazemos? Temos que comprar uma caixa completa daquela coleção POR CONTA DE UM ÚNICO LÁPIS. Não vou nem colocar na conta quanto custa uma caneta nanquim recarregável e a tinta dela.
Nem preciso falar das vezes em que tenho de me desdobrar ao desenhar, pois um desenho precisa bastante da cor preta. Isso pois tenho que pintar ele e fazer com que a roupa se diferencie do cabelo por exemplo. Cara isso demanda horas ou minutos, mas acredite, é complicado demais.
Ai vai aparecer alguém falando “Luis você já fez desenho para pessoas de graça!”. Sim eu fiz. Pois eu quis! Ninguém ficou me enchendo falando para fazer um desenho. Só que se quer um argumento melhor e mais bem definido... Bem a propaganda é a alma do negócio meu camarada. Acredite.
Já fiz desenhos de pessoas famosas como Fluvia Lacerda (modelo plus size) e Cristina Sccabia (vocal do Lacuna Coil). Além de pessoas que acho bonitas ou que considero como excelentes artistas. Mas isso é como uma “propaganda gratuita”. A pessoa vai curtir e divulgar seu trabalho. É algo justo ao meu ver.
Por isso, eu escrevo isso a vocês: valorizem o trabalho do desenhista, pintor, escritor, músico, ator, ou quem for! Ele se dedicou e estudou seu trabalho. E quase sempre quando se sente feliz ou triste isso afeta sua obra final. Então, se ele for bom e justo, por que não valorizar ele. Com mais que um “tapinha nas costas”.